Gabriel Raimundo

Esta é a 4ª obra infanto-juvenil do Autor. Eis os títulos das anteriores: Rafael, o Montanhês – 1981; A Batalha de Pedra – 1984; O Comboio da Brincadeira – 1997, incluído na antologia Literatura Actual de Almada (em preparação está uma nova edição, ilustrada e melhorada).

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O autor

Esta é a 4ª obra infanto-juvenil do Autor. Eis os títulos das anteriores: Rafael, o Montanhês – 1981; A Batalha de Pedra – 1984; O Comboio da Brincadeira – 1997, incluído na antologia Literatura Actual de Almada (em preparação está uma nova edição, ilustrada e melhorada).
Além de Menina do Sol (traduzido para Crioulo por Ana Josefa Cardoso e em vias de ser editado), Cabo Verde é palco de diversas
criações de Gabriel Raimundo, nomeadamente em Estórias para Brancos e Negros, no Sodade de Cabo Verde (entrevistas no seio da
Comunidade Cabo-verdiana em Portugal) e nos romances Tarrafal, Meu Amor Verdeano! e Mundo Mareado.
Nasceu nas abas da Serra da Estrela, reside nas arribas da Costa de Caparica, mas... tem alma – peregrina e gémea – dos naturais de Cabo Verde, com os quais tem convivido fora e dentro do País-Arquipélago com capital na Praia (Cidade). Aqui, integrou a Redacção do antigo jornal Voz di Povo, entre 1988 – 1992.
Inspirado no contacto em Paris e arredores – entre 1968 e 1974 – com imigrados e jovens que disseram Não! à mobilização para a Guerra Colonial (sobretudo, incendiada em Angola, Guiné-Bissau e Moçambique), escreveu Na Estranja e Construtores de Pontes, Usinas e Maisons.
Aliás, como combatente pela Paz (também ele se recusara a embarcar para a Guiné-Bissau, em finais de Abril de 1968, como Alferes
Miliciano), figura no livro colectivo, editado em 1980 – Gritos de Guerra. Desta obra, foram seleccionados dois poemas de sua autoria,
incluídos na Antologia da Memória Poética da Guerra Colonial, cujo lançamento ocorreu em Lisboa, no passado dia 15 de Junho.
Com a finalidade de lembrar igualmente, aos cidadãos em crescimento físico e formação cívica, as cores tristes com que se pintam certas guerrilhas do tipo das iniciadas, há 50 anos (em 1961), nas ex-colónias de África, pelos donos das armas da injustiça social. Quer dizer, da parte dos mesmos senhores que atiçam o racismo e cultivam a selva da desumanização, principalmente dos seres mais empobrecidos e de fraca escolaridade, sejam rapazinhos, moças ou mulheres maduras.