Zita Seabra e Gonçalo Portocarrero de Almada

O padre Gonçalo Nuno Ary Portocarrero de Almada nasceu em 1958, na Holanda, sendo o primeiro de três gémeos e o quarto filho de pais portugueses. Licenciou-se em Direito na Universidade de Madrid (Complutense) e, posteriormente, doutorou-se em Filosofia pela Universidade Pontifícia da Santa Cruz, em Roma. Zita Seabra nasceu em Coimbra, é casada, mãe de três filhos e avó de três netas. Editora, é autora de Foi Assim (Alêtheia, 2007), onde conta as suas memórias desde a infância até ao momento de ruptura com o Partido Comunista Português.

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O autor

O padre Gonçalo Nuno Ary Portocarrero de Almada nasceu em 1958, na Holanda, sendo o primeiro de três gémeos e o quarto filho de pais portugueses. Licenciou-se em Direito na Universidade de Madrid (Complutense) e, posteriormente, doutorou-se em Filosofia pela Universidade Pontifícia da Santa Cruz, em Roma. Ordenado sacerdote da prelatura do Opus Dei, em 1986, tem também trabalhado nas diversas dioceses - Lisboa, Braga, Coimbra e Porto - em que tem residido, nomeadamente como capelão de residências universitárias e outras instituições educativas. Foi juiz do Tribunal Eclesiástico de Braga, é vice-presidente da Confederação Nacional de Associações de Família (CNAF), cerimoniário da Ordem de Cavalaria do Santo Sepulcro de Jerusalém e capelão da Ordem Soberana e Militar de Malta. Publicista e conferencista, colabora habitualmente na Voz da Verdade e no Público. Autor, nesta editora, de Histórias e Morais (Alêtheia, 2011) e de Porque não: Casamento entre pessoas do mesmo sexo (Alêtheia, 2009), como co-autor, publicou também A Igreja e a vida (Diel, 2004), Crítica da razão dialéctica em Aristóteles (Imprensa Nacional - Casa da Moeda, 2006), Os defeitos de Maria (Lucerna, 2007), Via Sacra (Verbo, 2010). Zita Seabra nasceu em Coimbra, é casada, mãe de três filhos e avó de três netas. Editora, é autora de Foi Assim (Alêtheia, 2007), onde conta as suas memórias desde a infância até ao momento de ruptura com o Partido Comunista Português. Foi durante várias legislaturas deputada à Assembleia da República e depois presidente do Instituto Português de Cinema. Desde 2005, dirige a Alêtheia Editores, da qual é fundadora, assim como a Várzea da Rainha Impressores. Há longos anos no meio editorial, foi sócia e editora da Quetzal e também administradora e directora editorial da Bertrand Editora.